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	<title>Arquivos Coaching - Link Carreira</title>
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	<title>Arquivos Coaching - Link Carreira</title>
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		<title>Por que é tão difícil mudar de carreira?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nair Cristina Romeu]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2020 17:39:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Você já pensou em mudar de carreira? Eu já pensei. Já pensei e mudei. Faz tempo, realizei uma mudança radical de carreira. Estava insatisfeita com a minha atividade e remuneração e optei por mudar para uma função totalmente diferente, porém, nada alinhada ao meu perfil. Logo percebi que não era aquele o meu caminho e&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Você já pensou em mudar de carreira? Eu já pensei.</p>
<p>Já pensei e mudei. Faz tempo, realizei uma mudança radical de carreira. Estava insatisfeita com a minha atividade e remuneração e optei por mudar para uma função totalmente diferente, porém, nada alinhada ao meu perfil. Logo percebi que não era aquele o meu caminho e retomei a minha rota profissional. Segui em frente, até que contingências da vida acabaram me levando a uma segunda mudança. Assumi o papel de consultora.</p>
<p>Confesso que nada foi planejado, mas deu certo. Hoje realmente faço o que gosto e o que me faz feliz. Por outro lado, às vezes, penso que se tivesse autoconhecimento suficiente e um plano de ação bem estruturado lá atrás, tudo teria sido muito mais fácil.</p>
<p>Observo que a vontade de alguns assessorados é mudar o rumo da sua carreira. No entanto, na concepção destes profissionais, os entraves para o alcance desse objetivo são tão grandes, que na maioria das situações, esse desejo é deixado para segundo plano.</p>
<p>Normalmente, a dificuldade no processo de tomada de decisão costuma estar atrelada a vários motivos: existe a pressão e expectativa familiar, o cenário econômico desfavorável, medo que o novo trabalho não traga a satisfação esperada, não ser bem-sucedido no novo desafio, achar que já passou da hora e que está velho para mudar, deixar de atender necessidades financeiras pessoais e/ou sustento da família, perder a chance de reassumir o antigo trabalho, enfim, aparecem inseguranças que fazem todo o sentido e que não podem ser desprezadas.</p>
<p>Outro grande desafio é a necessidade de criar uma nova identidade profissional. Hermínia Ibarra é autora do livro “Identidade de Carreira – A Experiência é a Chave para Reinventá-la”. Segundo ela, a transição de carreira está relacionada a mudança de identidade que é construída ao longo do tempo, a partir das experiências e feedbacks recebidos pelo profissional. É um novo recomeço.</p>
<p>Ainda que não seja fácil e não exista uma “receita de bolo” pronta, podemos atenuar os riscos assumidos no processo de mudança de carreira, procurando investir em alguns pontos:</p>
<ul>
<li><strong>Autoconhecimento</strong> – o primeiro passo é entender os reais motivos do seu desejo de mudança, ou seja, é preciso buscar a causa do seu interesse em fazer essa transição. Autoconhecimento é fundamental para a tomada de decisão.</li>
<li><strong>Revisão de crenças </strong>– precisamos derrubar a nossa crença de que existe somente um trabalho, sem margem para mudança. Hoje temos muitas opções disponíveis: é possível buscar oportunidades no mundo corporativo, estabelecer o seu próprio negócio, criar a sua <em>startup</em>,  seguir carreira de docente, trabalhar como consultor, prestar concurso público, fazer trabalho voluntário, entre outras possibilidades.</li>
<li><strong>Planejamento</strong> – planejamento é muito importante, incluindo-se aqui, a elaboração de um plano financeiro. Assumir uma nova carreira pode exigir de o profissional dar alguns passos para trás. Trata-se de um reinício que, muitas vezes, faz com que se aceite um cargo menor e de remuneração mais baixa. Poderá ser necessário um tempo para o alcance do reequilíbrio financeiro.</li>
<li><strong>Experimente</strong> – você está inseguro? Procure exercitar e aplicar-se à sua nova área de interesse por meio do trabalho voluntário ou exercendo uma atividade em período parcial. É uma oportunidade de exercitar as competências exigidas para o novo desafio que está se propondo.</li>
<li><strong>Networking</strong> – networking é extremamente importante quando se cogita fazer uma mudança de carreira. Esta é a fonte de melhor resultado neste caso (e em outros também&#8230;). Acompanhei mudanças de carreira radicais e bem-sucedidas, graças a investimentos na rede de relacionamentos.</li>
<li><strong>Acredite em você </strong>– acredite em você e se dê uma chance. Entenda que nenhuma mudança é definitiva e que poderá revê-la a qualquer momento. <a href="https://linkcarreira.com.br/sera-que-tenho-feito-as-escolhas-certas-em-minha-carreira/" target="_blank" rel="noopener">Nenhum caminho é sem volta.</a></li>
<li><strong>Coragem</strong> – é preciso uma certa dose de ousadia para encarar essa mudança. Você pode assumir um risco calculado, realizando um planejamento bem elaborado, análise de impactos e estudo do cenário. Por que não?</li>
<li><strong>Apoio de um profissional especializado </strong>– um consultor de carreira poderá apoiá-lo na construção do seu novo projeto.</li>
</ul>
<p>Esse processo costuma ser moroso, exige perseverança, <a href="https://linkcarreira.com.br/por-que-foco-e-tao-importante-no-trabalho-na-carreira-e-na-vida/" target="_blank" rel="noopener">foco</a>, disciplina, cautela e real desejo de promover uma mudança na carreira. Cada caso é um caso, mas um novo passo dado com planejamento e responsabilidade tem maior chance de alcançar bons resultados. E se não der certo, nada impede de reavaliar e retomar o rumo da sua carreira, buscando outro caminho que o faça realizado e feliz.</p>
<p>Para finalizar compartilho trechos de um texto de Osho:</p>
<p><em>“ Dizem que antes de um rio entrar no mar, ele treme de medo. Olha para trás, para toda a jornada que percorreu, para os cumes, as montanhas, para o longo caminho sinuoso que trilhou através de florestas e povoados, e vê à sua frente um oceano tão vasto, que entrar nele nada mais é do que desaparecer para sempre. [&#8230;] O rio precisa se arriscar e entrar no oceano. E somente quando ele entrar no oceano é que o medo desaparece, porque apenas então o rio saberá, que não se trata de desaparecer no oceano, mas tornar-se oceano. ” (Osho)</em></p>
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		<title>Você já teve que lidar com pessoas difíceis no trabalho?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nair Cristina Romeu]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Jun 2019 20:04:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Coaching]]></category>
		<category><![CDATA[Como lidar com Pessoas Difíceis]]></category>
		<category><![CDATA[Consultoria de Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas Difíceis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No trabalho estamos todo o tempo interagindo e nos deparamos com pessoas de diferentes estilos. Algumas são mais acessíveis e outras nem tanto, cada uma com suas particularidades e seu jeito peculiar de lidar com as situações. São muitos profissionais que trazem consigo características próprias, seus valores, suas crenças e sua forma de encarar as&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No trabalho estamos todo o tempo interagindo e nos deparamos com pessoas de diferentes estilos. Algumas são mais acessíveis e outras nem tanto, cada uma com suas particularidades e seu jeito peculiar de lidar com as situações. São muitos profissionais que trazem consigo características próprias, seus valores, suas crenças e sua forma de encarar as situações. O nosso desafio está em saber lidar com as diferenças e chegar a um resultado que esteja alinhado aos interesses do negócio e metas da organização.</p>
<p>Em alguns casos, a pessoa pode ser considerada difícil por mim, mas não pelo outro. Mas também temos situações de unanimidade, aquele que realmente não agrada ninguém. Tem a pessoa que é rude no contato com tendência a agir de maneira hostil e até agressiva na relação; ou o mal-humorado, sempre de cara feia e de mal com o mundo; ou que <a href="https://linkcarreira.com.br/reclamar-nao-adianta/">reclama</a> de tudo, o pessimista que nunca está feliz; ou o que sempre tem razão e quer as coisas do seu jeito; ou o indeciso que perde o <em>timing</em> das situações pela morosidade nas decisões. E tem o pior de todos, o imprevisível, aquele que você não sabe o que esperar: tem dias em que está ótimo e outros em que não convém nem chegar perto para conversar, ou seja, uma eterna caixa de surpresas. Você consegue identificar pessoas com essas características no seu ambiente profissional?</p>
<p>Essas pessoas são reais. Então, como lidar com elas? Não existe receita pronta, mas adotar certas atitudes pode ajudar:</p>
<p><strong>Estabeleça e respeite seus limites:</strong> não se deixe afetar pelo outro, evite julgamentos e não perca a calma, deixando claro seus limites desde a primeira interação. Muitas vezes essas pessoas assumem uma postura de superioridade e, se você permitir, será sempre subjugado na relação. Não assuma o papel de submissão.</p>
<p><strong>Procure escutar:</strong> pode ser que a pessoa necessite apenas ser ouvida e receber atenção. Pratique empatia.</p>
<p><strong>Mantenha o equilíbrio:</strong> não aceite provocação, mantenha a calma e evite o confronto. Você irá apenas se estressar e não resolverá o problema.  Seja paciente e procure agir com diplomacia.</p>
<p><strong>Envolva uma terceira pessoa na situação:</strong> essa é uma estratégia muito usada em processos de negociação, especialmente, quando já ocorreu um desgaste no relacionamento, difícil de ser revertido. Nunca deixe de procurar ajuda se precisar.</p>
<p><strong>Dê foco no problema e não na pessoa: </strong>outra premissa da negociação. Não se deixe afetar pelo clima gerado na situação, esteja atento aos seus próprios sentimentos e não permita tratar as situações de maneira pessoal. O seu objetivo é resolver o problema/ situação, tome o cuidado de manter sua atenção e dar foco na solução da questão, e não na pessoa que está à sua frente.</p>
<p><strong>Não guarde rancor: </strong>mágoa é sempre algo improdutivo. Esforce-se em desculpar as falhas e a falta de controle do outro, mas permaneça atento e não se deixe enganar por eventuais recaídas.</p>
<p><strong>Saiba o momento de recuar:</strong> e se for o caso, recue. Existem momentos em que não adianta insistir, sobretudo, quando não existe receptividade por parte do outro. Neste caso, é melhor deixar a conversa para outro dia quando os ânimos estiverem menos acirrados.</p>
<p>Mas é preciso admitir: com certeza, em algum momento, já demonstramos pelo menos uma das características encontradas em pessoas difíceis, afinal ninguém “é de ferro”. O segredo está na busca de equilíbrio e do autoconhecimento, estar sempre aberto a refletir e a avaliar as próprias ações com o objetivo de constante aprimoramento e crescimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>“Não vejo resultados por mais que me dedique à minha recolocação”. Este é o seu caso?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nair Cristina Romeu]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Apr 2019 18:06:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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		<category><![CDATA[gestão de carreira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muitos profissionais me procuram alegando terem feito várias ações com foco na recolocação, porém, sem sucesso. Este é o seu caso? Seguem alguns pontos de reflexão: Quais ações efetivamente você tem feito? Vejo muitos profissionais que limitam o escopo das suas ações. Um exemplo comum é a busca de vagas na internet e nenhuma outra iniciativa. Isso&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muitos profissionais me procuram alegando terem feito várias ações com foco na recolocação, porém, sem sucesso. Este é o seu caso? Seguem alguns pontos de reflexão:</p>
<p><em><strong>Quais ações efetivamente você tem feito?</strong></em></p>
<p>Vejo muitos profissionais que limitam o escopo das suas ações. Um exemplo comum é a busca de vagas na internet e nenhuma outra iniciativa. Isso é muito pouco. Procurar uma nova oportunidade no mercado também requer outros tipos de ações: divulgação de perfil em redes sociais, definição de empresas alvo, cadastro em sites de headhunters e de empresas, marketing pessoal adequado (inclui-se aqui CV, desempenho em entrevistas, contatos com a rede de relacionamentos, entre outros) e, sobretudo, networking. Investimentos junto a rede de contatos é a fonte mais efetiva de recolocação. Muitas vezes escuto “minha rede de relacionamentos é muito pequena”, mas hoje temos muitas ferramentas que podem suprir essa necessidade: o próprio LinkedIn, outras redes sociais e muitos grupos de networking que têm surgido. Participação em eventos relacionados a área de atuação também contribuem para o networking.</p>
<p><strong><em>Como está o seu currículo?</em></strong></p>
<p>Um CV bem elaborado é fundamental. A primeira impressão é a que fica, é o seu marketing pessoal. Em linhas gerais, a expectativa é que conste no documento: dados pessoais, o seu objetivo, um breve sumário com as suas qualificações profissionais, a experiência profissional com destaque para resultados, formação acadêmica, outros cursos, idiomas e informações adicionais (aqui pode ser mencionado um trabalho voluntário, prêmios recebidos e experiência acadêmica, por exemplo).</p>
<p><strong><em>Constam no seu CV as palavras-chaves relativas à sua área de atuação?</em></strong></p>
<p>Esse tipo de busca é feita por meio eletrônico e se não são encontradas palavras chaves que constam dos requisitos da vaga, possivelmente, o seu currículo não seja considerado para a posição. É preciso muito cuidado com isso. Antes de iniciar a elaboração do CV, faça uma relação dessas palavras, aplicando-as na redação do documento.</p>
<p><strong><em>Você costuma se preparar antecipadamente para as entrevistas?</em></strong></p>
<p>Leia o seu currículo com atenção e esteja preparado para responder a qualquer questão relacionada a ele. Se você sabe qual é a empresa, entre no site, informe-se sobre os produtos, principais concorrentes, pesquise na internet o que tem sido divulgado sobre ela na mídia (projetos atuais, investimentos e outros). Outra alternativa é visitar sites, como Love Mondays e Indeed, que divulgam a percepção dos funcionários sobre diversas organizações.</p>
<p><strong><em>Quanto tempo você reserva para buscar um novo trabalho?</em></strong></p>
<p>“Buscar trabalho, dá trabalho”. É fundamental dedicação diária na busca da sua recolocação. Procure organizar o seu tempo durante a semana, estabelecendo ações diversificadas a cada dia, até para quebrar a monotonia. Procure se estruturar, dedicando um dia para almoço de networking, outro para busca de vagas na internet, por exemplo.</p>
<p>Meu objetivo aqui não é esgotar o tema, mas instigar a reflexão. Às vezes, o que falta é apenas um pouco mais de organização e disciplina para que você dê conta de todas as ações necessárias para a busca de seu novo trabalho.</p>
<p>Um consultor de carreira poderá apoiá-lo nesse processo.</p>
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		<title>E se o seu dia tivesse 25 horas?</title>
		<link>https://linkcarreira.com.br/e-se-o-seu-dia-tivesse-25-horas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Nair Cristina Romeu]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Mar 2019 20:30:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Administração do Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Coaching]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão do Tempo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Não tive tempo!” Escuto muito as pessoas reclamando de falta de tempo. E se o seu dia tivesse 25 horas? Como seria? Recentemente terminou o horário de verão e, com isso, pudemos vivenciar um dia de 25 horas. Em todas as oportunidades que isso acontece, tenho a sensação de que consigo fazer as coisas com&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Não tive tempo!”<br />
Escuto muito as pessoas reclamando de falta de tempo.<br />
E se o seu dia tivesse 25 horas? Como seria?</p>
<p>Recentemente terminou o horário de verão e, com isso, pudemos vivenciar um dia de 25 horas. Em todas as oportunidades que isso acontece, tenho a sensação de que consigo fazer as coisas com mais tranquilidade e dar conta de todas as minhas responsabilidades.</p>
<p>Pura ilusão! Na verdade, o tempo é uma medida exata e precisa, já está definido, portanto, cabe a nós apenas gerenciá-lo.</p>
<h2>Como você costuma administrar seu tempo?</h2>
<p>Pare um minuto e escreva sua rotina diária. Considere tudo o que você faz desde o início do seu dia, seja em casa ou no trabalho.</p>
<p>Você tem aproveitado de maneira produtiva o seu tempo? Quem nunca teve aquela sensação de que fez muita coisa, mas que o dia foi improdutivo? Já parou para pensar porque isso acontece? Muitas coisas podem contribuir para que você não consiga aproveitar melhor o seu tempo:</p>
<ul>
<li>Falta de definição de objetivos/ prioridades.</li>
<li>Perda de foco.</li>
<li>Surgimento de outros assuntos mais urgentes/ imprevistos.</li>
<li>Muitas interrupções.</li>
<li>Centralização e sobrecarga de tarefas.</li>
<li>Procrastinação.</li>
<li>Muito tempo dedicado ao planejamento e pouca ação.</li>
<li>Problemas de comunicação.</li>
<li>Dificuldade em “dizer não”.</li>
<li>Planejamento irreal, definição de uma agenda intangível.</li>
<li>Falta de organização na execução das tarefas.</li>
<li>Excesso de perfeccionismo.</li>
<li>Pouca disciplina.</li>
<li>Dedicar muito tempo no acesso à internet/ redes sociais.</li>
<li>Não cumprimento de horários.</li>
<li>Reuniões improdutivas.</li>
</ul>
<p>Sempre digo que o tempo está atrelado àquilo que se define como prioridade. Se você não conseguiu fazer uma determinada coisa, provavelmente, naquele momento, aquilo não era uma prioridade para você.</p>
<h2>Como lidar melhor com o desafio do tempo?</h2>
<ul>
<li>Não deixe de fazer anotações importantes durante o seu dia.</li>
<li>Estabeleça uma lista de pendências e defina prioridades.</li>
<li>Determine prazos para tarefas e informações.</li>
<li>Faça um planejamento realista. Estabeleça uma agenda possível de ser atendida.</li>
<li>Siga seu planejamento e, ao mesmo tempo, tenha flexibilidade para lidar com imprevistos.</li>
<li>Comunique-se de forma breve e objetiva (oral e escrita).</li>
<li>Tenha a visão do processo como um todo a fim de se antecipar aos problemas.</li>
<li>Procure agir sempre com assertividade. Não tenha receio de “dizer não”.</li>
<li>Estabeleça limites e cumpra horários.</li>
<li>Procure delegar tarefas.</li>
<li>Faça reuniões objetivas, mantenha foco no assunto a ser discutido.</li>
<li>Respeite o “seu tempo”. Evite ir além do seu limite. Permita-se momentos de parada e lazer.</li>
<li>Preocupe-se em garantir a clareza da comunicação. Forneça instruções claras.</li>
<li>Reserve um tempo para “pensar”, elaborar ideias e propor inovações.</li>
<li>Procure agir com disciplina e organização.</li>
<li>Seja criterioso no acesso à internet/ redes sociais.</li>
<li>Cheque diariamente seus resultados.</li>
<li>Antes de sair planeje e elabore o seu checklist para o dia seguinte.</li>
</ul>
<p>O tempo é um bem precioso, talvez o bem mais importante de nossas vidas. É imutável, assim, não é possível gerir o tempo, na verdade, precisamos gerir a nós mesmos. Não dá mais para colocar a culpa na falta de tempo&#8230;</p>
<p><strong>Nair Cristina Romeu</strong> é consultora de carreira. Iniciou carreira no segmento corporativo em Recursos Humanos e há 22 anos trabalha em consultoria. Atualmente trabalha como consultora independente na condução de programas de Coaching de Carreira, Coaching Executivo, Outplacement, Orientação de Jovens e Preparação para Aposentadoria. Professora convidada no curso de pós-graduação de “Consultoria de Carreira” da FIA e parceira no Escritório de Desenvolvimento de Carreiras (ECAR) da Pró-Reitoria de Graduação da USP.</p>
<p>Conheça mais: www.linkcarreira.com.br</p>
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		<title>Não adianta só reclamar&#8230;</title>
		<link>https://linkcarreira.com.br/reclamar-nao-adianta/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Nair Cristina Romeu]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Feb 2019 13:01:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Coaching]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Reclamar não adianta]]></category>
		<category><![CDATA[Reclame menos e aja mais]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento com colegas]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento com gestor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há muitos anos recebi o feedback de uma gestora que me deixou bastante incomodada. Ela me disse que eu só fazia reclamar. Fiquei chateada com a sua afirmação e, a princípio, não concordei. Saí da sua sala contrariada. Aos poucos assimilei o que ela queria me dizer e percebi que tinha, sim, a minha parcela&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há muitos anos recebi o feedback de uma gestora que me deixou bastante incomodada. Ela me disse que eu só fazia reclamar. Fiquei chateada com a sua afirmação e, a princípio, não concordei. Saí da sua sala contrariada. Aos poucos assimilei o que ela queria me dizer e percebi que tinha, sim, a minha parcela de responsabilidade naquela situação! Esse exemplo serve apenas para ilustrar um pouco do que abordarei neste artigo.</p>
<p>É muito comum, sobretudo no início do trabalho em consultoria de carreira, receber clientes contrariados e descontentes com sua situação. Muitos saem de seus trabalhos e, em um primeiro momento, só conseguem reclamar. Nada na empresa foi bom, o ambiente de trabalho é ruim, as pessoas são incompetentes, injustas, ainda que, muitas vezes, o profissional tenha permanecido um longo tempo na empresa. Também escuto queixas daqueles profissionais que ainda estão trabalhando: mostram-se infelizes com o que fazem e desapontados com tudo a sua volta.</p>
<p>Entendo ser uma reação natural e que faz parte do processo. De modo geral, reclamar é algo inerente ao ser humano. Torna-se uma válvula de alívio de tensões. Que “jogue a primeira pedra” quem ainda não reclamou de nada no dia de hoje. Você consegue ficar um dia sem fazer nenhuma reclamação? Difícil&#8230;</p>
<p>O problema é que esse tipo de atitude pode bloquear a ação. Muitas vezes não percebemos (e falo por experiência própria) e acabamos sendo rotulados de “reclamões”, o que é péssimo para o marketing pessoal, afasta e cansa as pessoas a nossa volta e consome muita energia, sua e do outro. Imagino que ninguém queira passar essa imagem.</p>
<p>É importante fazer uma autoanálise e refletir:</p>
<ul>
<li>Por que tanta reclamação?</li>
<li>Quais as causas de minhas queixas?</li>
<li>O que realmente me incomoda?</li>
<li>O que posso fazer para mudar esse cenário e reverter de vez esse quadro?</li>
</ul>
<p>É preciso buscar resolver nossas questões e sair desse círculo vicioso que não nos leva a lugar algum. Vamos começar prestando mais atenção em nós mesmos, rever algumas atitudes e trazer mais soluções do que problemas. Quando você perceber que está prestes a fazer uma queixa, pare, reflita e reveja sua postura.</p>
<p>É tempo de reavaliar sua forma de lidar com alguns problemas. Seja mais positivo nas situações, olhe para frente e deixe de balizar suas ações pelo que está vendo no retrovisor. Assuma as suas responsabilidades nas situações e busque alternativas. Evite que seu pessimismo o impeça de seguir adiante.</p>
<p>Para finalizar fica minha proposta: vamos nos exercitar e não fazer nenhuma reclamação durante os próximos sete dias? Pense sobre isso.</p>
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